Eu sei como é se sentir a menor e mais insignificante criatura que existe. Isso faz você sentir dores em locais do corpo que nunca pensou que existiam. Não importa em quantas academias você entrou, quantos cortes de cabelo fez, ou quantas taças do melhor champagne você tomou com as amigas. Toda noite vai para casa, repassando CADA detalhe. E se pergunta o que fez de errado, ou como pôde ter entendido errado. Ou, como pensou que por aquele momento poderia ser feliz? (…)E depois de tudo, depois de cada lágrima, cada dor… Depois de todo esse sofrimento, você vai para um lugar novo e conhece pessoas novas que fazem você se valorizar. Pedacinhos da sua alma vão finalmente voltar. E toda aquela confusão, aquela época turva da vida que levava.. Tudo isso começa a se dissipar
(O amor não tira férias)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
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